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	<title>Coloproctologista em Porto Alegre, Dra. Fabiola Martins, cirurgia de hemorroida, Colonoscopia, Cirurgia Colorretal por Videolaparoscopia.</title>
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	<description>Coloproctologista, Proctologista, cirurgia de hemorroida, Colonoscopia, Cirurgia Colorretal por Videolaparoscopia.</description>
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	<title>Coloproctologista em Porto Alegre, Dra. Fabiola Martins, cirurgia de hemorroida, Colonoscopia, Cirurgia Colorretal por Videolaparoscopia.</title>
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	<item>
		<title>Prevenção e Rastreamento</title>
		<link>https://fabiolamartins.com.br/prevencao-e-rastreamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Simon]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 19:43:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Perguntas e respostas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando iniciar o rastreamento? Quem tem risco para câncer intestinal? A maioria das pessoas tem baixo risco ou não apresenta sintomas de pólipos ou de câncer intestinal. Existem algumas regras importantes para orientar o início do rastreamento, de acordo com o perfil individual e familiar de cada um. Uma indicação objetiva para realizar exames para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quando iniciar o rastreamento? Quem tem risco para câncer intestinal?</strong></p>
<p>A maioria das pessoas tem baixo risco ou não apresenta sintomas de pólipos ou de câncer intestinal. Existem algumas regras importantes para orientar o início do rastreamento, de acordo com o perfil individual e familiar de cada um.</p>
<p>Uma indicação objetiva para realizar exames para pesquisa de pólipos ou tumor é a presença de sintomas. Tumores de intestino geralmente crescem de forma silenciosa. Importante salientar : nem todo sangramento pelo ânus provém de hemorroidas, assim como hemorroidas não causam câncer. Mas o sangramento proveniente de hemorroidas pode atrapalhar ou confundir o diagnóstico de câncer. Os sintomas de pólipos ou câncer intestinal só aparecem quando estão mais desenvolvidos. É recomendado que você consulte um médico especialista, sempre que apresentar:</p>
<ul>
<li>Sangramento ao defecar ou sangue nas fezes</li>
<li>Mudanças no ritmo de funcionamento intestinal (diarreia e constipação alternados), vontade frequente de ir ao banheiro, sensação de gases ou distensão</li>
<li>Dor ou desconforto abdominal ou anal</li>
<li>Fraqueza, anemia e perda de peso sem causa aparente.</li>
</ul>
<p><strong>Exames principais para o rastreamento:</strong></p>
<p><strong>Exame proctológico</strong><br />
É o exame mais importante para detecção precoce do câncer do ânus e da parte inferior do reto. Este exame consiste no toque retal combinado à anuscopia. Nos indivíduos com alto risco, ou naqueles que apresentam sintomas, o exame proctológico deve ser complementado pela colonoscopia.</p>
<p><strong>Colonoscopia</strong><br />
É o exame em que o médico especialista avalia através de um equipamento óptico, todo o intestino grosso por dentro. Este exame permite diagnosticar os pólipos, assim como possibilita retirá-los.</p>
<p><strong>Quando deve ser feito e como é o exame de rastreamento?</strong></p>
<p>Grupo de risco normal</p>
<p>Pessoas que não apresentam sintomas, não são portadores de doença inflamatória ou não possuem história familiar. Iniciar rastreamento a partir dos 45 anos.</p>
<p>Grupo de risco aumentado</p>
<p>Pessoas com sintomas intestinais:<br />
Iniciar os exames de imediato!</p>
<p>Pessoas com antecedente pessoal ou familiar de câncer do intestino, ovário, endométrio, mama, tireoide:<br />
Iniciar o rastreamento aos 40 anos (ou 10 anos antes do familiar com doença mais precoce) através de colonoscopia.<br />
Pessoas com antecedentes de doença inflamatória intestinal (retocolite ou doença de Crohn) Iniciar o rastreamento ,mesmo que assintomáticas, a cada 5 anos de tratamento da doença.</p>
<p><strong>Medidas e atitudes para prevenção do câncer do intestino grosso</strong></p>
<ul>
<li>Alimentação e estilo de vida saudável são muito importantes</li>
<li>Consumo de fibras (25 a 30g de fibras), frutas, verduras e vegetais frescos</li>
<li>Redução de gorduras na dieta</li>
<li>Redução do consumo de álcool</li>
<li>Cessar o hábito do fumar.</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Abscesso Perianal</title>
		<link>https://fabiolamartins.com.br/abscesso-perianal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Simon]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 19:34:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas frequentes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Abscesso anal O abscesso anal é uma cavidade em que se forma secreção purulenta (pus) na região anal ou vizinhança. Em geral, é causado pela obstrução e posterior infecção de pequenas glândulas existentes no canal anal. Alguns abscessos podem também ser originados de uma fissura infectada, que consiste em uma ferida linear no canal anal(leia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Abscesso anal</strong></p>
<p>O abscesso anal é uma cavidade em que se forma secreção purulenta (pus) na região anal ou vizinhança. Em geral, é causado pela obstrução e posterior infecção de pequenas glândulas existentes no canal anal.</p>
<p>Alguns abscessos podem também ser originados de uma fissura infectada, que consiste em uma ferida linear no canal anal(leia mais no título Fissura).</p>
<p>O abscesso produz um quadro de sintomas relacionados à infecção. É comum a apresentação de dor (contínua e/ou latejante) e inchação na região que se apresenta quente e avermelhada. Também acompanham o quadro: febre, calafrios, cansaço, prostração e inapetência.</p>
<p><strong>Tratamentos mais comuns para os abscessos anais</strong></p>
<p>Os abscessos podem comprometer o estado geral do indivíduo e seu tratamento mais indicado é a drenagem cirúrgica associado à antibioticoterapia. Em alguns casos, o  abscesso se rompe e drena espontaneamente.</p>
<p>O tratamento cirúrgico é realizado através de uma incisão que elimina as secreções, o que alivia em muito a dor provocada pela pressão existente  pela presença do abscesso. Os pequenos, podem ser drenados sob anestesia local e os abscessos maiores e mais profundos, podem necessitar internação hospitalar e a ajuda de um médico anestesista. Nestes casos também está indicada a administração de antibióticos, desta vez por via intravenosa, porque se manifestam com mais gravidade. Pacientes portadores de diabetes, leucemia e outras doenças que levam à deficiência imunológica necessitam de cuidados especiais pela gravidade e rapidez com que a infecção pode evoluir.</p>
<p><strong>Fístula anal</strong></p>
<p>A fístula anal ocorre frequentemente como resultado de um abscesso que se formou nesta região. A secreção purulenta contida dentro do abscesso é eliminada, naturalmente ou com ajuda de tratamento médico e pisteriormente pode haver a  formação de uma fístula anal. A fístula, portanto, comunica a região interna do canal anal ou reto até a pele da região externa do períneo ou nádegas. Não é uma complicação do tratamento e sim uma evolução natural da condição. É um problema que exige avaliação e tratamento especializado. Não é sempre que a inflamação  nesta região produz uma fístula e, por isto, não se pode prever quando tal fato irá ocorrer. Por volta de mais da metade dos casos elas acontecem. Outra causa comum de fístula anal é a doença inflamatória do intestino, principalmente Doença de Cronh. Não raro, as fístulas já formadas podem novamente infectar formando um novo abscesso.</p>
<p><strong>Tratamentos mais comuns para a fístula anal</strong></p>
<p>Fístulas são tratadas, na maioria das vezes, através de cirurgia programada. Algumas fístulas podem necessitar de exames antes da cirurgia, como ultrassonografia ou ressonância magnética.<br />
Existem tipos diferentes de fístula. Então, de acordo com as características e profundidade de sua apresentação é escolhido o tipo de cirurgia ou técnica.</p>
<p>A fístula anal pode ser mais superficial sendo o seu tratamento mais simples. Neste caso é realizada a abertura e curetagem destes trajetos fistulosos( limpeza). Essas técnicas são conhecidas como fistulotomia e fistulectomia.</p>
<p>Entretanto, nos casos de fístulas complexas, quando é comum o envolvimento dos músculos do esfíncter, o tratamento pode se tornar difícil. Por este motivo estas cirurgias devem ser realizadas por médicos cirurgiões especializados (coloproctologistas).</p>
<p>A maioria dos casos têm sua fístula operada em dois tempos (duas cirurgias) com intervalo aproximado de 2 a 4 meses entre as duas. Neste caso, é aplicado um cordão de fio cirúrgico ou de algodão chamado sedenho, com vistas a facilitar a segunda cirurgia e poupar o músculo esfíncter.</p>
<p>Outro tipo de cirurgia utilizada atualmente é o retalho, indicado em determinados casos de maior complexidade ou que envolvem uma porção significativa do esfíncter. A recidiva em todos os tipos de técnica é possível, mas pode ser minimizada através da atenção necessária às recomendações de seu cirurgião.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Constipação</title>
		<link>https://fabiolamartins.com.br/constipacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Simon]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 19:23:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas frequentes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Definição A constipação intestinal, também conhecida por ”intestino preso” e “prisão de ventre”, constitui um problema frequente na população geral de todo o mundo. É caracterizada pela dificuldade, constante ou eventual, de eliminação das fezes (evacuação), levando ao desconforto e outros transtornos ao paciente.  Acomete ambos os sexos e todas as faixas etárias, porém é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Definição</strong></p>
<p>A constipação intestinal, também conhecida por ”intestino preso” e “prisão de ventre”, constitui um problema frequente na população geral de todo o mundo. É caracterizada pela dificuldade, constante ou eventual, de eliminação das fezes (evacuação), levando ao desconforto e outros transtornos ao paciente.  Acomete ambos os sexos e todas as faixas etárias, porém é mais frequente nas mulheres.<br />
Trata-se de um sintoma e não de uma doença especifica. Pode, no entanto, indicar alguma manifestação de doença que necessite investigação para o diagnóstico.</p>
<p><strong>Causas</strong></p>
<p>Na maioria dos casos a constipação intestinal não é provocada por um distúrbio de ordem física ou anatômica do trato intestinal. A causa mais comum é a propulsão difícil do bolo fecal em seu caminho em direção ao reto e canal anal. Neste caso, denomina-se constipação primária ou essencial, sendo responsável por 85% ou mais dos casos e é provocada pela ingesta alimentar pobre em água, fibras  e vegetais. Outros fatores podem estar associados e este tipo de constipação, como o sedentarismo ( falta de exercícios físicos), a ansiedade, depressão, o hábito de adiar a ida ao banheiro e os efeitos adversos de algumas medicações, colaborando para alteração ou piora do funcionamento intestinal. A constipação pode, ainda, ser um sintoma associado a doenças de gravidade variada. Em combinação com outras manifestações como perda de peso, inapetência, dor, cólicas, sangramento, anemia e associados a massa abdominal palpável podem ser entendidos como “sinais de alarme”, indicando a necessidade de uma adequada avaliação médica.</p>
<p><strong>Apresentações</strong></p>
<p>São consideradas constipadas as pessoas que apresentam: a) queixas de eliminação de fezes endurecidas; b) frequência de defecação menor do que três vezes por semana; e/ou c) sensação de esvaziamento incompleto do reto. Em crianças menores, que ainda não conseguem relatar seus sintomas, a constipação deve ser considerada na presença de movimentos intestinais dolorosos, acompanhados de desconforto, gritos e manobras para não eliminar as fezes. A eliminação de fezes endurecidas, em cíbalos ou fragmentadas, de difícil saída, é também considerada constipação, mesmo que a frequência seja normal.</p>
<p><strong>Diagnóstico e tratamento</strong></p>
<p>O diagnóstico da constipação primária é essencialmente clínico, sendo o exame proctológico parte importante. Habitualmente a constipação primária não necessita de investigação complementar específica, podendo ser iniciado o tratamento com o aumento da ingesta oral de fibra vegetal, principalmente por orientação dietética nutricional adequada, ou com adição complementar de fibra e aumento da ingesta de água. A melhora do quadro clínico com estas medidas e na ausência de outras alterações confirma o diagnóstico. O paciente deve ainda ser estimulado a alterar hábitos de vida, evitando o sedentarismo, praticando atividade física equilibrada e em alguns casos selecionados, abordagem psicoterápica pode complementar a terapêutica adequada.</p>
<p><strong>Condições especiais</strong></p>
<p>Em alguns casos, a constipação pode surgir como manifestação secundária de doença sistêmica ou gastrointestinal. Nestes casos, apresenta-se de forma aguda ou insidiosa, devendo ser investigada através de exames complementares que podem incluir a exames de imagem e a colonoscopia. Nos últimos anos, o melhor entendimento da fisiologia colônica e da defecação, motivaram o desenvolvimento de novos métodos diagnósticos, que têm sido de grande ajuda para o tratamento de diversas causas de constipação, antes não diagnosticadas. Estas outras causas estão relacionadas a distúrbios da motilidade do bolo fecal desde o cólon até o reto e, finalmente, o ânus. Dentre estes exames, destacam-se a manometria anorretal, o tempo de trânsito colônico, e os estudos dinâmicos do ato evacuatório (videodefecografia e defecorressonância). Tais avaliações são de grande ajuda nos casos que não respondem à terapêutica convencional, podendo diagnosticar a falta generalizada de contração do cólon, conhecida como inércia colônica. Também pode demonstrar a presença de distúrbios funcional ou anatômico do assoalho pélvico que impedem a adequada evacuação, denominado defecação obstruída.</p>
<p><strong>Tratamento complementar e específico</strong></p>
<p>O uso de laxativos e outras medicações na constipação primária deve ser considerado como terapêutica complementar, sendo associados à medidas dietéticas e comportamentais. Isoladamente, os laxantes não possuem efeito curativo. O uso abusivo e indiscriminado subestima a base do problema, dificulta as abordagens terapêuticas e podem inclusive prejudicar o funcionamento intestinal a longo prazo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Doença de Crohn</title>
		<link>https://fabiolamartins.com.br/doenca-de-crohn/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Simon]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 19:21:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas frequentes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Definição A doença de Crohn é uma enfermidade inflamatória que pode se manifestar em qualquer parte do tubo digestivo (desde a cavidade oral até a região anal). Sua causa ainda não está esclarecida. Não é uma doença contagiosa e pode afetar tanto adultos como crianças, não havendo predominância de sexo. Sua incidência tem crescido entre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Definição</strong></p>
<p>A doença de Crohn é uma enfermidade inflamatória que pode se manifestar em qualquer parte do tubo digestivo (desde a cavidade oral até a região anal).</p>
<p>Sua causa ainda não está esclarecida. Não é uma doença contagiosa e pode afetar tanto adultos como crianças, não havendo predominância de sexo. Sua incidência tem crescido entre todos os  grupos étnicos, e tem maior incidência dentro de núcleos familiares (10 a 25%) indicando  importância dos fatores genéticos. Outros fatores, tais como o contato com antígenos (vírus e bactérias), fatores ambientais (estilo de vida, tabagismo, hábitos alimentares) e emocionais, podem representar algum nível de importância em sua apresentação, caracterizando esta doença como multifatorial. Portanto, não há uma explicação definitiva para a causa da doença. É uma doença crônica e não há cura descrita. Pode se manifestar ao longo da vida com crises agudas recorrentes, assim como períodos longos de calmaria e ausência dos sintomas, chamado remissão. O tratamento medicamentoso e/ou cirúrgico pode influenciar positivamente no controle da doença, permitindo longos períodos sem sintomas.</p>
<p><strong>Sintomas</strong></p>
<p>Estomatites (inflamações na boca), diarreia, dor no abdômen, perda de peso e febre são características mais comuns. A inflamação do intestino delgado (principalmente do íleo terminal, em 80% dos casos) e do intestino grosso (colite) provoca diarreia com ou sem muco (secreção) e/ou sangue nas fezes. Apenas 1/3 dos casos apresenta doença restrita ao íleo terminal. Pode ocorrer estreitamento (estenose), em especial no intestino delgado. É comum apresentar distensões do abdome, dor do tipo cólica, com dificuldade para a eliminação de gases intestinais. É frequente ocorrer uma obstrução parcial ao esvaziamento do conteúdo intestinal, com necessidade de internações com hidratação venosa, uso de antibióticos venosos e de corticoesteroides, além de restrição temporária à ingestão de alimentos, para ajudar na recuperação. É possível também a ocorrência de fístulas. Um terço dos doentes com Crohn tem manifestações no ânus e região perianal. Esses trajetos fistulosos podem ser múltiplos e com grande destruição tecidual, pela reação inflamatória própria da doença de Crohn e pela infecção secundária que ocorre na área afetada, prejudicando significativamente a qualidade de vida do enfermo.</p>
<p>Outros problemas podem surgir fora do tubo digestivo afetando a pele, articulações, olhos, fígado e vasos, conhecidos por manifestações extraintestinais.</p>
<p><strong>Diagnóstico</strong></p>
<p>A colonoscopia com biópsia e avaliação do íleo terminal é o melhor recurso para o diagnóstico da doença. O exame histopatológico do material colhido na biópsia pode confirmar a suspeita. A tomografia computadorizada do abdome pode ser útil na identificação de fístulas entre alças intestinais e outras alterações. Outros exames como radiografias do abdome, exame contrastado do intestino delgado podem ajudar. Os exames laboratoriais também são importantes no diagnóstico e controle da enfermidade.</p>
<p><strong>Evolução, Tratamento e Controle</strong></p>
<p>O curso da doença pode variar de acordo com as manifestações intestinais e/ou extraintestinais. É comum a desnutrição em adultos e crianças, podendo provocar atraso no crescimento quando a doença surge na infância.</p>
<p>O tratamento depende da forma de apresentação da doença e do grau de gravidade, é iniciado quase sempre com medicamentos. Várias  medicações podem ser associadas com o objetivo de fazer regredir a inflamação dos tecidos como os aminosalicilatos, imunossupressores e a terapia biológica. Alguns casos necessitam de intervenção cirúrgica para tratamento de complicações. A indicação mais comum de cirurgia é o tratamento das estenoses (estreitamento) intestinais. A investigação, tratamento e acompanhamento desses enfermos envolvem quase sempre um médico clínico (gastroenterologista) e um cirurgião (coloproctologista), na maior parte das vezes, de acordo com a forma de apresentação, localização e extensão da doença.</p>
<p>Os pacientes que evoluem com doença por mais de 10 anos precisam ser controlados através de colonoscopia periódica, porque possuem um maior risco de apresentar displasia e neoplasia intestinal.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fissura anal</title>
		<link>https://fabiolamartins.com.br/fissura-anal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Simon]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 19:18:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas frequentes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fissura anal é um machucado/corte no canal anal. Sinais, sintomas e causas O doente refere dor na região anal, durante e após as evacuações, acompanhado de sangramento que pode ser visível no vaso sanitário. Coceira e inchaço podem surgir com o passar do tempo. A fissura anal pode se manifestar de forma aguda ou crônica. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fissura anal é um machucado/corte no canal anal.</p>
<p><strong>Sinais, sintomas e causas</strong></p>
<p>O doente refere dor na região anal, durante e após as evacuações, acompanhado de sangramento que pode ser visível no vaso sanitário. Coceira e inchaço podem surgir com o passar do tempo. A fissura anal pode se manifestar de forma aguda ou crônica. Na fase aguda a dor pode ser intensa e levar a dificuldade para evacuar ou bloqueio da defecação. Outra manifestação possível é a sensação de volume e pele na região, além de saída de secreção.</p>
<p>O surgimento da doença pode se dar como resultado dos seguintes fatores: a) trauma do canal anal, e b) hipertonia do esfíncter do ânus, ambas podendo ocorrer tanto pela defecação de fezes endurecidas, na prisão de ventre (constipação intestinal), quanto na diarreia. O somatório destas condições leva à diminuição do aporte de sangue ao local (hipoperfusão e isquemia) prejudicando as condições necessárias para cicatrização da fissura.</p>
<p>O pós-operatório de cirurgias da região anal (hemorróidas, fístulas, etc) pode também contribuir para o aparecimento de fissura anal, porque provocam mecanismos semelhantes de hipertonia (contratura) muscular e isquemia que dificultam a cicatrização destas cirurgias.</p>
<p>Outras doenças podem estar associadas ao surgimento, como a retocolite ulcerativa, a doença de Crohn, a tuberculose e doenças sexualmente transmissíveis (sífilis, herpes, linfogranuloma venéreo, cancro mole, Aids, citomegalovirose, etc) assim como o câncer de canal anal. Por este motivo é de suma importância o exame realizado pelo especialista para a elucidação diagnóstica.</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p>O tratamento será escolhido pelo seu coloproctologista, após o exame físico, e poderá ser inicialmente conservador (banhos de assento com água morna, pomadas anestésicas e  dieta rica em fibras. Seu médico especialista poderá, ainda, associar a prescrição de medicações tópicas especiais que reduzem temporariamente a contratura do esfíncter interno do ânus promovendo a melhora da vascularização local e consequentemente a cicatrização da fissura. Entretanto, em muitos casos essa medicação tópica pode não conseguir ajudar na cicatrização. Em alguns casos a doença pode também retornar (recidivar) mesmo com pleno tratamento clínico.</p>
<p>As fissuras que demoram em cicatrizar precisam ser reavaliadas e em alguns casos podem necessitar de cirurgia. O tratamento cirúrgico tem como objetivo orientar o processo de cicatrização e / ou diminuir o poder de contração do esfíncter interno anal. Com isto, consegue-se melhorar o fluxo de sangue para o local da fissura, o que estimula sua cicatrização. Esta cirurgia possui altos índices de cicatrização embora envolva alguns riscos que serão explicados pelo cirurgião. Outros problemas associados à fissura crônica que podem ser tratados através da cirurgia são o plicoma anal e a papila hipertrófica.</p>
<p>Atualmente existe a possibilidade de aplicação de toxina botulínica para provocar o relaxamento temporário da musculatura e auxiliar a cicatrização mais rápida.</p>
<p>A escolha da melhor opção terapêutica deverá ser avaliada pelo seu cirurgião coloproctológico. A grande maioria dos casos responde bem ao tratamento clinico. Nos  casos de sangramento persistente, apesar da boa resposta ao tratamento clínico, pode ser necessário a investigação adicional através de colonoscopia.</p>
<p>O post <a href="https://fabiolamartins.com.br/fissura-anal/">Fissura anal</a> apareceu primeiro em <a href="https://fabiolamartins.com.br">Coloproctologista em Porto Alegre, Dra. Fabiola Martins, cirurgia de hemorroida, Colonoscopia, Cirurgia Colorretal por Videolaparoscopia.</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fístula e Abscesso</title>
		<link>https://fabiolamartins.com.br/fistula-e-abscesso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Simon]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 19:16:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas frequentes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Abscesso anal O abscesso anal é uma cavidade em que se forma secreção purulenta (pus) na região anal ou vizinhança. Em geral, é causado pela obstrução e posterior infecção de pequenas glândulas existentes no canal anal. Alguns abscessos podem também ser originados de uma fissura infectada, que consiste em uma ferida linear no canal anal(leia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Abscesso anal</strong></p>
<p>O abscesso anal é uma cavidade em que se forma secreção purulenta (pus) na região anal ou vizinhança. Em geral, é causado pela obstrução e posterior infecção de pequenas glândulas existentes no canal anal.</p>
<p>Alguns abscessos podem também ser originados de uma fissura infectada, que consiste em uma ferida linear no canal anal(leia mais no título Fissura).</p>
<p>O abscesso produz um quadro de sintomas relacionados à infecção. É comum a apresentação de dor (contínua e/ou latejante) e inchação na região que se apresenta quente e avermelhada. Também acompanham o quadro: febre, calafrios, cansaço, prostração e inapetência.</p>
<p><strong>Tratamentos mais comuns para os abscessos anais</strong></p>
<p>Os abscessos podem comprometer o estado geral do indivíduo e seu tratamento mais indicado é a drenagem cirúrgica associado à antibioticoterapia. Em alguns casos, o  abscesso se rompe e drena espontaneamente.</p>
<p>O tratamento cirúrgico é realizado através de uma incisão que elimina as secreções, o que alivia em muito a dor provocada pela pressão existente  pela presença do abscesso. Os pequenos, podem ser drenados sob anestesia local e os abscessos maiores e mais profundos, podem necessitar internação hospitalar e a ajuda de um médico anestesista. Nestes casos também está indicada a administração de antibióticos, desta vez por via intravenosa, porque se manifestam com mais gravidade. Pacientes portadores de diabetes, leucemia e outras doenças que levam à deficiência imunológica necessitam de cuidados especiais pela gravidade e rapidez com que a infecção pode evoluir.</p>
<p><strong>Fístula anal</strong></p>
<p>A fístula anal ocorre frequentemente como resultado de um abscesso que se formou nesta região. A secreção purulenta contida dentro do abscesso é eliminada, naturalmente ou com ajuda de tratamento médico e pisteriormente pode haver a  formação de uma fístula anal. A fístula, portanto, comunica a região interna do canal anal ou reto até a pele da região externa do períneo ou nádegas. Não é uma complicação do tratamento e sim uma evolução natural da condição. É um problema que exige avaliação e tratamento especializado. Não é sempre que a inflamação  nesta região produz uma fístula e, por isto, não se pode prever quando tal fato irá ocorrer. Por volta de mais da metade dos casos elas acontecem. Outra causa comum de fístula anal é a doença inflamatória do intestino, principalmente Doença de Cronh. Não raro, as fístulas já formadas podem novamente infectar formando um novo abscesso.</p>
<p><strong>Tratamentos mais comuns para a fístula anal</strong></p>
<p>Fístulas são tratadas, na maioria das vezes, através de cirurgia programada. Algumas fístulas podem necessitar de exames antes da cirurgia, como ultrassonografia ou ressonância magnética.</p>
<p>Existem tipos diferentes de fístula. Então, de acordo com as características e profundidade de sua apresentação é escolhido o tipo de cirurgia ou técnica.</p>
<p>A fístula anal pode ser mais superficial sendo o seu tratamento mais simples. Neste caso é realizada a abertura e curetagem destes trajetos fistulosos( limpeza). Essas técnicas são conhecidas como fistulotomia e fistulectomia.</p>
<p>Entretanto, nos casos de fístulas complexas, quando é comum o envolvimento dos músculos do esfíncter, o tratamento pode se tornar difícil. Por este motivo estas cirurgias devem ser realizadas por médicos cirurgiões especializados (coloproctologistas).</p>
<p>A maioria dos casos têm sua fístula operada em dois tempos (duas cirurgias) com intervalo aproximado de 2 a 4 meses entre as duas. Neste caso, é aplicado um cordão de fio cirúrgico ou de algodão chamado sedenho, com vistas a facilitar a segunda cirurgia e poupar o músculo esfíncter.</p>
<p>Outro tipo de cirurgia utilizada atualmente é o retalho, indicado em determinados casos de maior complexidade ou que envolvem uma porção significativa do esfíncter. A recidiva em todos os tipos de técnica é possível, mas pode ser minimizada através da atenção necessária às recomendações de seu cirurgião.</p>
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		<title>Hemorroidas</title>
		<link>https://fabiolamartins.com.br/hemorroidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Simon]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 19:12:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas frequentes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que são hemorroidas? Hemorroidas são veias dilatadas na região anal que manifestam sintomas e por isto é melhor referir como doença hemorroidária. É um problema frequente na população geral. Existem dois tipos de hemorroidas: internas e externas, de acordo com a posição. As hemorroidas externas se formam no canal anal e região externa, sendo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que são hemorroidas?</strong></p>
<p>Hemorroidas são veias dilatadas na região anal que manifestam sintomas e por isto é melhor referir como doença hemorroidária. É um problema frequente na população geral. Existem dois tipos de hemorroidas: internas e externas, de acordo com a posição. As hemorroidas externas se formam no canal anal e região externa, sendo recobertas por uma pele bem sensível. Ao contrário, as internas, que estão na parte bem interna do ânus, são recobertas por mucosa.</p>
<p><strong>Sintomas</strong></p>
<p>Os sintomas mais comuns ocorrem durante a defecação: dor, sangramento, prolapso. Algumas vezes, o prolapso é redutível (volta sozinho para dentro após a evacuação). Outras vezes é necessário empurrá-las para dentro. O sangramento pode ter intensidade variável, mas geralmente é vermelho vivo. Um inchaço persistente após defecar, pode gerar uma sensação de inflamação, produzindo um desconforto e sendo muito doloroso. A coceira (prurido) ao redor do ânus é também um sintoma comum.</p>
<p>Mulheres grávidas desenvolvem sintomas com freqüência ao final da gestação e que acabam melhorando após o parto. Contudo, podem continuar apresentando problemas crônicos e devem procurar cuidados médicos.</p>
<p><strong>O que causa hemorroidas?</strong></p>
<p>A postura ereta característica da raça humana, influencia aumentando a pressão nos vasos do ânus. Fatores, tais como: defecação difícil, uso crônico de laxativos, longos períodos sentado no banheiro, gravidez, além de rotinas profissionais ou esportivas, podem ainda aumentar mais esta pressão dentro das veias, o que as leva a dilatar. A hereditariedade (herança genética) também é reconhecida como um fator importante para o desenvolvimento da doença hemorroidaria.</p>
<p><strong>Hemorroidas podem causar câncer?</strong></p>
<p>Não. Esta correlação entre hemorroidas e câncer não existe. Contudo, metade das pessoas que procuram tratamento para hemorroidas tem sintomas ocasionados por outros problemas. Em alguns casos o câncer pode ser a causa do sangramento pelo ânus e por este motivo não é seguro acreditar que seu sangramento provém de hemorroidas sem antes consultar um especialista. Procure um coloproctologista para ser avaliado e receber o tratamento adequado.</p>
<p><strong>Tratamentos mais comuns</strong></p>
<p>Sintomas leves normalmente são tratados através da correção dos hábitos alimentares, aumentando ingestão de água e de fibras. São boas fontes de fibras os cereais, os alimentos integrais, as frutas e os vegetais. Diminuir o esforço para evacuar é muito importante para não piorar o problema. Nos casos em que as medidas clínicas não resultam em um bom controle dos sintomas, pode ser necessário um tratamento definitivo através de procedimentos, que vão desde a ligadura elástica até a cirurgia propriamente dita.</p>
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		<item>
		<title>Dosagem de CEA (antígeno carcinoembrionário)</title>
		<link>https://fabiolamartins.com.br/dosagem-de-cea-antigeno-carcinoembrionario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Simon]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 19:09:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas de cirurgias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Definição e importância O antígeno carcinoembrionário (CEA) é uma proteína produzida pelas células que revestem o trato gastrointestinal do feto. Nos adultos também é produzida normalmente, mas em pequenas quantidades. Quando essa dosagem está elevada no sangue circulante, pode indicar alguns problemas do trato gastrointestinal, especialmente no câncer colorretal. É um exame auxiliar no estadiamento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Definição e importância</strong></p>
<p>O antígeno carcinoembrionário (CEA) é uma proteína produzida pelas células que revestem o trato gastrointestinal do feto. Nos adultos também é produzida normalmente, mas em pequenas quantidades. Quando essa dosagem está elevada no sangue circulante, pode indicar alguns problemas do trato gastrointestinal, especialmente no câncer colorretal. É um exame auxiliar no estadiamento e controle da eficácia no tratamento dos adenocarcinomas do tubo digestivo, podendo indicar a presença de metástase. É comum aumento das taxas de CEA durante radioterapia ou quimioterapia.</p>
<p><strong>Outras condições podem alterar o resultado do CEA</strong></p>
<p>Os fumantes podem apresentar, comumente, aumento do CEA. Outras condições não malignas podem alterar, tais como inflamações, infecções, úlceras pépticas, pancreatite, retocolite, doença de Crohn, cirrose hepática, enfisema pulmonar, polipose retal e doença mamária benigna. Outras neoplasias também podem cursar com alteração neste exame, tais como: câncer de mama, pulmão, ovário, estômago, pâncreas, útero, tireoide e tumores de cabeça e pescoço.</p>
<p>Importante saber que o CEA não é um exame a ser utilizado no diagnóstico precoce ou triagem de câncer colorretal. Os métodos preventivos para o câncer colorretal são esclarecidos no tópico relacionado.</p>
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		<title>Ostomias</title>
		<link>https://fabiolamartins.com.br/ostomias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Simon]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 19:06:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas de cirurgias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é uma ostomia É uma comunicação confeccionada,  através de um procedimento cirúrgico entre um órgão e a superfície cutânea. Há vários tipos de ostomias e recebem o nome conforme o órgão que participa deste tipo de derivação (desvio). Por exemplo: quando se utiliza uma parte do intestino delgado, que se chama íleo, o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é uma ostomia</strong></p>
<p>É uma comunicação confeccionada,  através de um procedimento cirúrgico entre um órgão e a superfície cutânea. Há vários tipos de ostomias e recebem o nome conforme o órgão que participa deste tipo de derivação (desvio).</p>
<p>Por exemplo: quando se utiliza uma parte do intestino delgado, que se chama íleo, o nome será ileostomia, ou quando se utiliza uma parte do intestino grosso também chamado cólon o nome será colostomia. Elas podem ser de caráter temporário ou definitivo. Isto equivale dizer que um paciente poderá permanecer somente alguns meses utilizando este tipo de “desvio” ou deverá utilizá-lo pelo resto da vida.</p>
<p><strong>Por que o cirurgião precisa realizar este tipo de procedimento</strong></p>
<p>No interior do intestino existe uma quantidade importante de microorganismos que aí habitam e participam das diversas fases do metabolismo corporal. No entanto eles podem também produzir infecções quando são modificadas as condições locais, como diante de um processo inflamatório (ex.: doença de Crohn ou retocolite ulcerativa) ou infecção (diverticulite) ou um tumor maligno que obstrui (bloqueia) completamente a passagem das fezes. Passa então a haver necessidade de desviar o trânsito intestinal até que se possa fazer o tratamento definitivo. Nestas três situações (inflamação, infecção e bloqueio) comumente se confecciona ostomias (ileostomia ou colostomia) temporárias, ou seja, reversíveis. As ostomias de caráter definitivo (não-reversíveis) são realizadas quando o cirurgião se vê obrigado a retirar a musculatura do ânus que controla a evacuação (chamados esfíncteres anais), assim como na presença de tumores do reto com invasão destes esfíncteres.</p>
<p><strong>Como é a vida de uma pessoa que é portadora de uma ostomia</strong></p>
<p>Dependendo da idade, das condições físicas e da doença principal (câncer, doença inflamatória intestinal), a presença da ostomia não interfere nas atividades do dia-a-dia. Os pacientes são orientados a utilizar reservatórios apropriados chamados de bolsas que ficam aderidos à pele, sendo trocadas conforme a necessidade. Existem vários fabricantes que desenvolveram tecnologia para tornar mais agradável a convivência com este tipo de condição. Atualmente com a ajuda de uma equipe multidisciplinar ( enfermeiras, nutricionistas e psicólogas) conseguimos tornar a vida de um ostomizado a mais normal possível.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Toque retal</title>
		<link>https://fabiolamartins.com.br/toque-retal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Simon]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 19:03:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas de cirurgias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Definição O toque retal é um exame realizado para avaliar os problemas do reto, do ânus e assoalho pélvico.Pode também auxiliar na avaliação ginecológica (problemas do canal vaginal e útero) e urológica (problemas da uretra e próstata). É um exame importante para o diagnóstico de doenças anorretais e do intestino grosso, pois pode oferecer informações [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fabiolamartins.com.br/toque-retal/">Toque retal</a> apareceu primeiro em <a href="https://fabiolamartins.com.br">Coloproctologista em Porto Alegre, Dra. Fabiola Martins, cirurgia de hemorroida, Colonoscopia, Cirurgia Colorretal por Videolaparoscopia.</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Definição</strong></p>
<p>O toque retal é um exame realizado para avaliar os problemas do reto, do ânus e assoalho pélvico.Pode também auxiliar na avaliação ginecológica (problemas do canal vaginal e útero) e urológica (problemas da uretra e próstata).</p>
<p>É um exame importante para o diagnóstico de doenças anorretais e do intestino grosso, pois pode oferecer informações indiretas sobre este último. Na investigação de algumas condições abdominais, o toque retal pode ser muito útil auxiliando também no diagnóstico. É um exame importante na coloproctologia, especialmente na prevenção do câncer do reto, mas pode ser praticado também por médicos clínicos e cirurgiões de outras áreas, na procura investigativa de pistas para o diagnóstico preciso de doenças.</p>
<p><strong>Como é realizado</strong></p>
<p>A posição de exame é escolhida de acordo com o problema, as características do paciente e a rotina do médico. Mais comumente, o exame é realizado em decúbito lateral (paciente deitado de lado). O médico usa luvas e lubrificante neutro e solicita que o paciente realize um esforço para evacuar. Esta manobra auxilia o relaxamento da tensão da musculatura, o que poderia dificultar muito o exame ou mesmo ocasionar desconforto e dor.</p>
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