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	<title>Arquivos Dúvidas de cirurgias - Coloproctologista em Porto Alegre, Dra. Fabiola Martins, cirurgia de hemorroida, Colonoscopia, Cirurgia Colorretal por Videolaparoscopia.</title>
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	<description>Coloproctologista, Proctologista, cirurgia de hemorroida, Colonoscopia, Cirurgia Colorretal por Videolaparoscopia.</description>
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	<title>Arquivos Dúvidas de cirurgias - Coloproctologista em Porto Alegre, Dra. Fabiola Martins, cirurgia de hemorroida, Colonoscopia, Cirurgia Colorretal por Videolaparoscopia.</title>
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		<title>Dosagem de CEA (antígeno carcinoembrionário)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Matheus Simon]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 19:09:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas de cirurgias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Definição e importância O antígeno carcinoembrionário (CEA) é uma proteína produzida pelas células que revestem o trato gastrointestinal do feto. Nos adultos também é produzida normalmente, mas em pequenas quantidades. Quando essa dosagem está elevada no sangue circulante, pode indicar alguns problemas do trato gastrointestinal, especialmente no câncer colorretal. É um exame auxiliar no estadiamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Definição e importância</strong></p>
<p>O antígeno carcinoembrionário (CEA) é uma proteína produzida pelas células que revestem o trato gastrointestinal do feto. Nos adultos também é produzida normalmente, mas em pequenas quantidades. Quando essa dosagem está elevada no sangue circulante, pode indicar alguns problemas do trato gastrointestinal, especialmente no câncer colorretal. É um exame auxiliar no estadiamento e controle da eficácia no tratamento dos adenocarcinomas do tubo digestivo, podendo indicar a presença de metástase. É comum aumento das taxas de CEA durante radioterapia ou quimioterapia.</p>
<p><strong>Outras condições podem alterar o resultado do CEA</strong></p>
<p>Os fumantes podem apresentar, comumente, aumento do CEA. Outras condições não malignas podem alterar, tais como inflamações, infecções, úlceras pépticas, pancreatite, retocolite, doença de Crohn, cirrose hepática, enfisema pulmonar, polipose retal e doença mamária benigna. Outras neoplasias também podem cursar com alteração neste exame, tais como: câncer de mama, pulmão, ovário, estômago, pâncreas, útero, tireoide e tumores de cabeça e pescoço.</p>
<p>Importante saber que o CEA não é um exame a ser utilizado no diagnóstico precoce ou triagem de câncer colorretal. Os métodos preventivos para o câncer colorretal são esclarecidos no tópico relacionado.</p>
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		<title>Ostomias</title>
		<link>https://fabiolamartins.com.br/ostomias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Simon]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 19:06:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas de cirurgias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é uma ostomia É uma comunicação confeccionada,  através de um procedimento cirúrgico entre um órgão e a superfície cutânea. Há vários tipos de ostomias e recebem o nome conforme o órgão que participa deste tipo de derivação (desvio). Por exemplo: quando se utiliza uma parte do intestino delgado, que se chama íleo, o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é uma ostomia</strong></p>
<p>É uma comunicação confeccionada,  através de um procedimento cirúrgico entre um órgão e a superfície cutânea. Há vários tipos de ostomias e recebem o nome conforme o órgão que participa deste tipo de derivação (desvio).</p>
<p>Por exemplo: quando se utiliza uma parte do intestino delgado, que se chama íleo, o nome será ileostomia, ou quando se utiliza uma parte do intestino grosso também chamado cólon o nome será colostomia. Elas podem ser de caráter temporário ou definitivo. Isto equivale dizer que um paciente poderá permanecer somente alguns meses utilizando este tipo de “desvio” ou deverá utilizá-lo pelo resto da vida.</p>
<p><strong>Por que o cirurgião precisa realizar este tipo de procedimento</strong></p>
<p>No interior do intestino existe uma quantidade importante de microorganismos que aí habitam e participam das diversas fases do metabolismo corporal. No entanto eles podem também produzir infecções quando são modificadas as condições locais, como diante de um processo inflamatório (ex.: doença de Crohn ou retocolite ulcerativa) ou infecção (diverticulite) ou um tumor maligno que obstrui (bloqueia) completamente a passagem das fezes. Passa então a haver necessidade de desviar o trânsito intestinal até que se possa fazer o tratamento definitivo. Nestas três situações (inflamação, infecção e bloqueio) comumente se confecciona ostomias (ileostomia ou colostomia) temporárias, ou seja, reversíveis. As ostomias de caráter definitivo (não-reversíveis) são realizadas quando o cirurgião se vê obrigado a retirar a musculatura do ânus que controla a evacuação (chamados esfíncteres anais), assim como na presença de tumores do reto com invasão destes esfíncteres.</p>
<p><strong>Como é a vida de uma pessoa que é portadora de uma ostomia</strong></p>
<p>Dependendo da idade, das condições físicas e da doença principal (câncer, doença inflamatória intestinal), a presença da ostomia não interfere nas atividades do dia-a-dia. Os pacientes são orientados a utilizar reservatórios apropriados chamados de bolsas que ficam aderidos à pele, sendo trocadas conforme a necessidade. Existem vários fabricantes que desenvolveram tecnologia para tornar mais agradável a convivência com este tipo de condição. Atualmente com a ajuda de uma equipe multidisciplinar ( enfermeiras, nutricionistas e psicólogas) conseguimos tornar a vida de um ostomizado a mais normal possível.</p>
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		<title>Toque retal</title>
		<link>https://fabiolamartins.com.br/toque-retal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Simon]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 19:03:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas de cirurgias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Definição O toque retal é um exame realizado para avaliar os problemas do reto, do ânus e assoalho pélvico.Pode também auxiliar na avaliação ginecológica (problemas do canal vaginal e útero) e urológica (problemas da uretra e próstata). É um exame importante para o diagnóstico de doenças anorretais e do intestino grosso, pois pode oferecer informações [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Definição</strong></p>
<p>O toque retal é um exame realizado para avaliar os problemas do reto, do ânus e assoalho pélvico.Pode também auxiliar na avaliação ginecológica (problemas do canal vaginal e útero) e urológica (problemas da uretra e próstata).</p>
<p>É um exame importante para o diagnóstico de doenças anorretais e do intestino grosso, pois pode oferecer informações indiretas sobre este último. Na investigação de algumas condições abdominais, o toque retal pode ser muito útil auxiliando também no diagnóstico. É um exame importante na coloproctologia, especialmente na prevenção do câncer do reto, mas pode ser praticado também por médicos clínicos e cirurgiões de outras áreas, na procura investigativa de pistas para o diagnóstico preciso de doenças.</p>
<p><strong>Como é realizado</strong></p>
<p>A posição de exame é escolhida de acordo com o problema, as características do paciente e a rotina do médico. Mais comumente, o exame é realizado em decúbito lateral (paciente deitado de lado). O médico usa luvas e lubrificante neutro e solicita que o paciente realize um esforço para evacuar. Esta manobra auxilia o relaxamento da tensão da musculatura, o que poderia dificultar muito o exame ou mesmo ocasionar desconforto e dor.</p>
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		<title>Cirurgia Colorretal por Videolaparoscopia</title>
		<link>https://fabiolamartins.com.br/cirurgia-colorretal-por-videolaparoscopia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Simon]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 19:01:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dúvidas de cirurgias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é videolaparoscopia? O acesso videolaparoscópico, ou videocirurgia, é uma técnica em que se opera através e uma câmera de alta resolução (endocâmera) e com instrumentos especiais de proporções reduzidas que entram na cavidade através de pequenos tubos chamados trocater.  As imagens do campo operatório são observadas pelo cirurgião em um monitor de vídeo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é videolaparoscopia?</strong></p>
<p>O acesso videolaparoscópico, ou videocirurgia, é uma técnica em que se opera através e uma câmera de alta resolução (endocâmera) e com instrumentos especiais de proporções reduzidas que entram na cavidade através de pequenos tubos chamados trocater.  As imagens do campo operatório são observadas pelo cirurgião em um monitor de vídeo que amplia o tamanho, com riqueza de detalhes, as estruturas a serem operadas.</p>
<p>É uma cirurgia minimamente invasiva porque reduz o grau de trauma das estruturas já que os acessos (incisões) para a passagem dos instrumentos são bem diminutos, medindo de 0,5 a 1,4 cm. Realizada com anestesia geral, permite que o cirurgião faça as mesmas cirurgias que a via aberta, embora com incisões bem pequenas. Em alguns casos pode ser realizada incisão um pouco maior para a passagem e retirada de algumas estruturas maiores.</p>
<p><strong>Videocirurgia Colorretal</strong></p>
<p>Após quase 18 anos de evolução, a cirurgia do intestino grosso pelo acesso videolaparoscópico tornou-se muito segura. Os novos equipamentos, materiais e um melhor treinamento dos cirurgiões também tornaram esta técnica muito eficiente para o tratamento de quase todas as doenças colorretais. Hoje é um acesso muito empregado para o tratamento da maioria das doenças do intestino.</p>
<p>As evidências médicas mostram sua indicação preferencial para várias doenças do intestino grosso. Na doença diverticular do cólon sigmoide este tipo de técnica é a opção padrão ouro de tratamento. Também é utilizada com vantagens no tratamento da doença de Crohn íleo-cecal, da retocolite ulcerativa, da polipose familiar  e dos pólipos colorretais com indicação cirúrgica.</p>
<p>A recuperação pós-operatória dos pacientes é mais rápida, a dor é reduzida e a alimentação pode ser precoce, possibilitando menor permanência hospitalar e retorno mais precoce às atividades pessoais. Os fatores principais para esses benefícios são: redução do trauma e do estresse cirúrgico, influenciando em uma melhor preservação da imunidade e da defesa dos pacientes. Nos pacientes com câncer do intestino grosso essa técnica pode ser usada com taxa de cura semelhante a da cirurgia convencional ou aberta, porém com melhor recuperação pós-operatória.</p>
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